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15/12/2011
CHIARA BADANO: UM EXEMPLO DE VIDA

Chiara (Chiara) Badano nasceu em Susselo, na Itália em 29 de outubro de 1971 e faleceu em Turim em 7 de outubro de 1990, antes de completar 19 anos. Era uma jovem alegre, com muitos amigos e gostava de praticar esportes.

Aos 17 anos foi acometida por um tumor ósseo (osteossarcoma) e enfrentou a doença com coragem e resignação, sem nunca perder a fé. A sua vida foi um exemplo para todos. Poucos dias antes de falecer dizia aos seus amigos, que nunca a abandonaram: “Eu já não posso correr, mas gostaria de passar a chama para vocês, como nas Olimpíadas” ou “Se é isto que Cristo quer de mim, eu também quero”.

Na Igreja Católica muitos a consideram um modelo para ser seguido: “A vida de Chiara é um exemplo que nos ajudará a nadar contra a correnteza do mundo consumista que se vive na atualidade”

Segundo sua mãe Maria Tereza Badano, Chiara era uma esportista por excelência. Gostava de patinar, correr pelas montanhas, cantar e dançar. Era a própria explosão da vida da alegria do movimento dos Focolares, criado por Chiara Lubich.

Desde jovem Chiara fez o propósito profundo de não “doar Jesus aos amigos com as palavras, mas com o comportamento”.

Aos 17 anos os exames médicos revelaram um osteossarcoma.

Foram quase dois anos de intenso sofrimento, quimioterapias e cirurgias sem sucesso. Mesmo assim, sempre consolava familiares e amigos, repetindo “Não tenho mais nada, contudo, tenho o meu coração e com ele posso amar sempre”.

Sua atitude diante da vida e da doença surpreendeu os próprios médicos que não se conformavam com tanta demonstração de fé e coragem.

Ela preparou o vestido de noiva para o seu funeral, com faria uma jovem que se prepara para o matrimônio e dizia à mãe “Quando quiser me encontrar olhe para o céu e me encontrará numa estrela”.

Para vivenciar o seu cristianismo Chiara assistia à missa todos os dias, refletindo sobre as palavras da sua mentora Chiara Lubich “Serei santa se for santa já”.

No final da vida Chiara Bardano prepara-se para o encontro: “É o esposo que vem me encontrar”. Escolheu o vestido de noiva, as canções e orações para a missa e funeral e pediu para ninguém chorar.

O nome Luce (luz) lhe foi dado pela sua mentora Chiara Lubich criadora do movimento Focolares com quem teve um intenso e afetivo relacionamento epistolar desde menina.

O processo de beatificação demorou quase onze anos e no dia 10 de dezembro de 2009 foi proclamado o decreto pontifício sobre o milagre comprovado por intercessão de Chiara Badano: a cura imprevista e inexplicável de um rapaz da cidade Trieste (Itália), acometido de gravíssima forma de meningite fulminante. Os médicos haviam lhe dado 48 horas de vida.

No dia 25 de setembro de 2010 a Igreja Católica proclamou oficialmente Chiara Badano como beata, a primeira integrante do movimento Focolares a alcançar esse reconhecimento. Participaram da cerimônia de beatificação milhares de pessoas e jovens de mais de 40 paises dos cinco continentes.

Nas dependências do GPACI foi construída uma capela no 3º andar dedicada à Chiara Luce, doação do Dr. Fabio Bernades de Oliveira, diretor clínico do Hospital GPACI, um local de consolo e orações a todos que precisarem da luz, esperança e força espiritual de Chiara “Luce” Badano.

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