NOTÍCIAS
07/04/2011
CÃES FAREJADORES DA POLÍCIA MILITAR VISITARAM OS PACIENTES DO GPACI

A Polícia Militar de Sorocaba (7º Batalhão) confirmou que as apresentações serão realizadas na primeira quarta-feira do mês, a partir das 9h, no pátio do estacionamento do Hospital GPACI.

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O Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (GPACI) recebeu nos dias 09 e 16 de março, no jardim do pátio de estacionamento do Hospital do GPACI, uma visita surpreendente da Polícia Militar. Eram três cães farejadores do Canil da PM de Sorocaba, sendo dois da raça labrador e um da raça pastor alemão.

Todos que estavam no local puderam prestigiar as habilidades e aptidões que os cães farejadores exerciam em serviço da polícia. Os cães despertaram a atenção e curiosidade das crianças que aproveitaram o momento para brincar e dar carinho aos cães que hoje já estão aposentados.

Após anos de dedicação ao trabalho policial, seja contendo rebeliões ou localizando pessoas, drogas e armas, chega a hora da aposentadoria. Foram, em média, oito anos de tempo de serviço até a dispensa das atividades e chegou a hora de oferecer a esses servidores o descanso que merecem. Esses profissionais, no entanto, não são classificados como recursos humanos, eles fazem parte de uma equipe especial, formada por caninos, que atua na Companhia de Operações com Cães da Polícia Militar.

A média trabalhada pelos cachorros que atuam na unidade é de oito anos. Após esse período, chega a hora do descanso e a adoção é uma das alternativas para oferecer mais tranquilidade a esses animais. A prioridade da adoção é sempre do treinador do cão.

“O ideal para a adoção é que o dono tenha afinidade com o cão e que já conheça o seu temperamento. Assim, o impacto com a mudança do ambiente é menor. Temos um procedimento de dar a prioridade para o policial que adestra o cão ou para aqueles que já tiveram contato com o animal. A atividade do cão policial não é remunerada. Por isso ao se aposentar temos que garantir que ele terá uma vida digna. Para adotar, o responsável também assume o compromisso de cuidar bem do animal e fica impedido, por exemplo, de participar de atividades lucrativas como exposições e provas de adestramento”, explicou o capitão PM Falla.

No canil, há uma equipe responsável pela detecção de entorpecentes, busca e salvamento de pessoas e localização de cadáveres, e outra que cuida da detecção de explosivos e busca e captura de pessoas. Os cães utilizados na unidade são doados e passam por uma avaliação antes de iniciarem os treinamentos. Para checar a capacidade de trabalho dos animais é preciso avaliar se o cão gosta de brincar, qual o seu temperamento, sua genética e como ele se adequa aos diversos ambientes e situações. Diariamente, cada cão adulto se alimenta, em média, com cerca de 300 a 500 gramas de ração, dependendo da raça e tamanho. Os animais passam por avaliação veterinária para controlar pragas e doenças e manter uma alimentação balanceada.

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